NEWSLETTER


Noticias e Dicas

Autotransformador

 

Saiba como melhor escolher um Autotransformador para o seu aparelho

O valor da potência do aparelho que se deseja ligar deve ser inferior à potência do Autotransformador. Em caso de dúvida sobre a potência de seu aparelho, consulte o manual do fabricante ou verifique seus dados de placa, normalmente fixadas atrás ou na base inferior do aparelho. A potência impressa no Autotransformador em watts é o valor máximo que o mesmo pode suportar, considerando sua carga com Fator de Potência unitário, ou seja, cargas resistivas que geralmente não possuem circuitos eletrônicos ou bobinas, como motores e reatores. Para cargas não resistivas que possuem circuitos eletrônicos ou bobinas, deve-se utilizar a potência em VA, que pode ser encontrada da seguinte maneira:

                            Potência do aparelho (em watts) 

Potência em VA = _____________________________ 
                            Fator de Potência (FP) 


ou                Potência em VA = Tensão (V) x Corrente (A)

 

Obs: Estes dados são fornecidos pelos fabricantes dos aparelhos.

O valor da potência encontrado em VA deverá ser igual ou inferior ao valor da potência em Watts do Autotransformador. Para ligação de vários aparelhos simultaneamente no mesmo Autotransformador, as potências dos mesmos devem ser somadas, dimensionando o autotransformador com o valor desta soma. Para ligação de vários aparelhos no mesmo Autotransformador, porém um de cada vez (não simultaneamente), deve-se dimensioná-lo para o aparelho de maior potência. Lembre-se: Confira sempre se os valores de entrada e saída do Autotransformador estão adequados ao seu aparelho e à rede elétrica.

Dicróicas

 

 

Instalando corretamente os transformadores para lâmpadas dicróicas

 

  • Nunca instale o transformador muito próximo da lâmpada, pois o calor gerado pela lâmpada irá superaquecer o transformador.

     

  • A instalação destes produtos em luminárias sem ventilação prejudica seu funcionamento, podendo causar superaquecimento.

     

  • Recomenda-se usar luminárias com aberturas para ventilação.

     

  • Aconselhamos instalar os transformadores magnéticos quando usados sobre forros de gesso com a face da bobina apoiada no gesso, ao invés de apoiar as lâminas para evitar a ressonância e ruídos.

     

  • Ao desinstalar o produto, corte o mínimo possível do cabo, pois danifica o produto e poderá perder a garantia.

     

  • Sempre antes de ligar verifique a ligação correta dos cabos de alimentação, e se a mesma está adequada à rede elétrica. Verifique se a chave seletora de tensão indica o valor correto da tensão de sua rede elétrica.

     

  • Estes transformadores são projetados para utilização interna, ou seja, não podem ser instalados em ambientes externos e/ou que apresentam umidade.

     

  • Sempre que for substituir alguma lâmpada, desligue a rede elétrica que alimenta o transformador para que não corra risco de choque elétrico, ou danos no mesmo.


Fios & Cabos

 

Que tipos de cabos podem ser instalados diretamente enterrados?

Resposta:  De acordo com a norma NBR 5410, todos os cabos com isolação e cobertura (cabos unipolares ou multipolares) podem ser instalados diretamente enterrados. As linhas de cabos da PIRELLI que atendem essas características são: Sintenax, Sintenax Flex, Eprotenax Gsette, Eprotenax 0.6/1kV e Afumex.

Os fios e cabos isolados 750 V (NBR 6148) podem ser instalados diretamente enterrados?

Resposta:  Não, os fios e cabos isolados não podem ser instalados diretamente enterrados. Para esse tipo de instalação, a NBR 5410 prevê a utilização de cabos com isolação e cobertura e classe de tensão de 1 kV como os cabos Sintenax Flex e Eprotenax Gsette.

Que cabos podem ser utilizados em ambientes sujeitos a explosão?

 Resposta:  Até o momento não existe uma especificação exclusiva para cabos de baixa tensão para utilização em ambientes sujeitos a explosão. Desde que devidamente instalado, podem ser utilizados cabos 1 kV do tipo Sintenax Flex ou Eprotenax Gsette

Existe alguma norma de referência para o emprego de cabos resistentes a hidrocarbonetos líquidos?

Resposta:  Atualmente não existe nenhuma norma ABNT específica para essa finalidade. Recomenda-se no entanto a utilização de cabos com cobertura em PE, com proteções metálicas ou coberturas especiais. A escolha do tipo de cabo depende do tipo de hidrocarboneto e do tempo de exposição. Para utilização em indústrias petroquímicas a Pirelli recomenda o uso dos cabos DRY LAN.

Qual a diferença entre cabo flexível e fio rígido?

Resposta:  As características elétricas (capacidade de condução de corrente, resistência da isolação, etc.) dos cabos flexíveis são as mesmas dos fios rígidos. A grande diferença é que os cabos flexíveis são melhores para a instalação devido ao fácil manuseio.

Em que cores são produzidos os fios Pirastic?

Resposta:  As cores básicas são BR = Branco, PT = Preto, VM = Vermelho, VD = Verde, AZ = Azul Claro, AM = Amarelo.

Em que cores são produzidos os cabos flexíveis Pirastic?

Resposta:  As cores básicas até a seção de 16 mm2 são: BR = Branco, PT = Preto, VM = Vermelho, CZ = Cinza, VD = Verde, AZ = Azul Claro, AM = Amarelo e AV = Amarelo/Verde. Nas seções 25 e 35 mm2 as cores básicas são: PT = Preto, VD = Verde e AZ = Azul Claro. Para as seções maiores o Cabo Flexível Pirastic é fabricado na cor PT = Preto.

Qual a duração (vida) de um cabo?

Resposta:  A vida média de um cabo é de aproximadamente 20 anos. Este dado, porém, depende das condições de instalação e uso.

Porque os cabos PP Cordplast são fabricados até a seção de 10 mm2?

Resposta:  Os cabos PP Cordplast são cabos fabricados segundo a NBR 13249 e projetados para instalações temporárias (ligação de equipamentos eletrodomésticos ou eletroprofissionais portáteis). Não é recomenda a utilização de seções maiores para ligações temporárias. Caso seja necessária a utilização de um cabo flexível com seção maior para ligação de um equipamento, a instalação deverá ser fixa e o cabo obedecer a NBR 7288 (Sintenax Flex) ou NBR 7286 (Eprotenax GSette).

Quais são os tipos de isolação para cabos de Baixa Tensão?

Resposta:  Os cabos podem ter isolação do tipo PVC, EPR, HEPR ou XLPE, sendo que os cabos isolados em PVC podem operar com temperatura máxima do condutor de 70oC em regime, enquanto que para as outras isolações podem operar a 90oC.

Qual a diferença entre os cabos Sintenax Flex e Eprotenax Gsette, e em quais cores são fabricados?

Resposta:  Para ambos os cabos as cores disponíveis são: · Multipolares - cobertura Preta; · Unipolares - cobertura Preta, Azul, Verde. Os cabos Sintenax Flex e Eprotenax Gsette foram projetados para atender as mesmas aplicações, tendo classe de tensão de 0,6/1kV e classe 5 de encordoamento ( flexível ). A diferença entre eles está no material empregado na isolação. O cabo Sintenax Flex, com isolação em composto termoplástico de PVC, suporta uma temperatura máxima de condutor de 70°C. Já o Eprotanax Gsette, com isolação em composto termofixo de borracha, HEPR pode suportar uma temperatura de até 90°C. Isso faz com que o Eprotenax Gsette tenha uma maior capacidade de condução de corrente, em relação a uma mesma seção do Sintenax Flex.

Quando deve ser utilizado o condutor de proteção (condutor terra)?

Resposta:  Os condutores de proteção devem estar presentes em todas as instalações de baixa tensão, seja qual for o esquema de aterramento adotado, desempenhando um papel fundamental na proteção de contados indiretos. São eles que garantem a perfeita continuidade do circuito de terra para seu escoamento das correntes de fuga e/ou falta de instalação.

O que são dispositivos DRs?

Resposta:   São dispositivos geralmente acoplados com disjuntores ou interruptores, cuja função é proteger o circuito contra sobrecarga e curto-circuito, e proteger também as pessoas contra choques elétrico provocados por contato direto ou indireto.

O que é a capacidade de corrente de um cabo?

Resposta:  É a maior corrente, em regime permanente, que um condutor suporta sem que a temperatura do mesmo ultrapasse a temperatura máxima suportada pela isolação (temperatura de trabalho). Depende do material do condutor, do material da isolação, da construção do cabo, da temperatura ambiente e da forma como está instalado. A NBR 5410 apresenta tabelas de capacidade de corrente para vários métodos de instalação de baixa tensão.

O que é corrente de fuga?

Resposta:  É a corrente que, por imperfeição dos terminais, conexões ou até mesmo da isolação, flui para a terra ou para elementos condutores estranhos à instalação. São responsáveis por grandes desperdícios de energia elétrica podendo ser comparados aos vazamentos das instalações hidráulicas.

O que é temperatura de trabalho?

Resposta:  É a temperatura máxima que um condutor pode atingir em regime permanente. Para um cabo isolado em PVC a temperatura de trabalho é de 70°C e para cabos isolados em EPR 90°C.

 

Iluminação

 

Como posso calcular o tempo de vida de uma lâmpada em dias?

Resposta:  É só verificar no catálogo ou na embalagem, o tempo de vida em horas e dividir a vida útil indicada pelo tempo que ficará ligada diariamente, resultando então no número de dias que durará aquela determinada lâmpada. Devemos relembrar que o tempo indicado no catálogo e na embalagem é vida média/mediana e não absoluta. Exemplo: Lâmpada incandescente de 1000 horas, ligada 5 horas por dia, deverá durar por volta de 200 dias. No caso das lâmpadas fluorescentes e outras de descarga, temos que considerar também o número de acendimentos, conforme citei anteriormente.

Qual a melhor solução para uma Câmara fria?

Resposta:  Como lâmpadas de descarga têm dificuldades em baixas temperaturas, a melhor solução é sem dúvidas, as lâmpadas incandescentes. Temos que considerar também, que o regime de trabalho de uma câmara fria é de entra e sai, com a porta abrindo e fechando. O acende-e-apaga fica muito bem com incandescentes, sendo contra-indicado para fluorescentes, lâmpadas de mercúrio, sódio ou outras lâmpadas de descarga, conforme já vimos, pelo número de re-acendimentos, que abreviará sua vida útil. Quando a temperatura não for muito baixa, podemos colocar uma lâmpada a vapor de mercúrio que fique acesa, mesclando com incandescentes que se acenderão ao abrir a porta.

Para iluminar locais de práticas de esporte, como ginásios poli-esportivos, estádios de futebol, quadra de tênis, qual a lâmpada ideal?

Resposta:  Este é um caso em que não temos escolha, sempre teremos que instalar lâmpadas metálicas em todas as suas potências e tipos, desde as HQI de 250W para pequenas quadras, passando pelas HQI de 400W na maioria dos casos, até as de potências acima de 1.000W, para estádios de futebol. Muitos dos estádios são iluminados com HQI de 2000W, mas o mais moderno é a instalação das chamadas compactas ou short de 1.000W e 2.000W. Em pequenas quadras de esportes amadores, podemos até permitir a licenciosidade luminotécnica de instalar lâmpadas de vapor de mercúrio, mas realmente em locais de esporte por lazer, que normalmente no futebol se chama de “pelada”. Em quadras profissionais, sempre lâmpadas de multivapores metálicos.

Trabalho num laboratório, com materiais sensíveis ao raio ultravioleta e preciso utilizar uma lâmpada com a menor emissão possível de deste raio.

Resposta:  As lâmpadas com menor emissão de U.V. são as do grupo incandescentes. Resta só verificar, se os materiais citados não serão prejudicados pelo calor emitido por esse tipo de lâmpada.

Instalei um reator marca X e lâmpada marca Y. Como não funcionou, troquei a lâmpada por uma de outra marca e acendeu. O problema era na lâmpada, certo?

Resposta:  Errado. Normalmente numa situação dessas, o mais fácil é trocar-se a lâmpada, mas o melhor seria além de trocar a lâmpada, pegar aquela lâmpada que não estava acendendo e ligá-la a um reator de outra marca, para que se ter uma noção um pouco melhor de onde possa estar o problema. O correto mesmo é que se remeta a lâmpada que não acendeu para o laboratório da fábrica, fazendo o mesmo com o reator, para avaliar com exatidão onde está o problema. A lâmpada, sendo um produto elétrico, trabalha com determinados parâmetros para seu funcionamento. Muitas vezes, o reator está com corrente alterada ou mesmo a sua tensão e, uma determinada lâmpada está com folga, ou seja, dentro do limite máximo de corrente, por exemplo, e funciona com aquele reator defeituoso e outra lâmpada, independente de marca, está dentro do limite inferior e não acende, deixando-nos com a falsa impressão de que aquela determinada marca de lâmpada é melhor ou a que a outra está defeituosa. Em iluminação não existe verdade aparente que seja definitiva. Há que analisar sempre caso a caso. O que é verdade num caso, pode não ser para outro, mesmo que sejam semelhantes aparentemente. Lembre sempre desta afirmação axiomática: “Acende, mas não funciona”. Uma lâmpada pode acender com um reator defeituoso, mas não funcionará por muito tempo, fazendo com que a lâmpada queime antes do tempo ou mesmo deixe simplesmente de funcionar.

Na quadra de esportes que eu jogo, as lâmpadas mistas vivem apagando e depois demoram a reacender, por que?

Resposta:  As lâmpadas mistas, como não utilizam reatores, são muito sensíveis a qualquer variação de voltagem. Quando a tensão cai para menos de 200V, normalmente a lâmpada apaga, e para o re-acendimento há necessidade de resfriamento da mesma, para que o mercúrio se consolide. Normalmente o tempo é de três a quatro minutos. Por essa razão, a lâmpada mista não é recomendada para iluminação de quadra de esportes.

 

 

Lâmpadas de Vapor

As lâmpadas Vapor de Sódio podem ser dimmerizadas ?

Resposta:  Sim, mas no máxima até 50% da tensão nominal de operação. Isto só pode ser realizado após a lâmpada estar em operação à 100% da tensão nominal.

Como varia o fluxo luminoso da lâmpadas HQI® , Vapor de Sódio, HQL® em baixas temperaturas?

Resposta:  Estas lâmpadas de descarga possuem seu fluxo luminoso inalterado mesmo com variações de temperaturas externas. Por este motivo, são amplamente utilizadas em ambientes externos.

As lâmpadas de descarga em alta pressão são sensíveis à vibrações ?

Resposta:  Sim. Pode haver rompimento do tubo de descarga e queima precoce das lâmpadas.

Qual a vantagem da lâmpada HCI® em relação à HQI® ?

Resposta:  20% mais luz, melhor estabilidade na tonalidade da luz ao longo da vida útil (variação de 200K no máximo) e melhor reprodução das cores.

As lâmpadas HQI® podem ser dimmerizadas ?

Resposta:  Não. Reduzindo-se a tensão na lâmpada, ocorrem variações no funcionamento do tubo de descarga, provocando alterações na tonalidade da luz e reprodução das cores.

Como posso saber se uma lâmpada HQI® está em "fim de vida" ?

Resposta:  Quando a tonalidade da luz se torna esverdeada. Outra possibilidade é quando a lâmpada desliga esporadicamente, reacendendo após 5 ou 10 minutos.

As lâmpadas HCI® e HQI® possuem algum filtro ultra violeta (UV-STOP) incorporado?

Resposta:  Sim, todas as lâmpadas HCI® possuem um bulbo com tecnologia UV-STOP que filtra a radiação emitida pela lâmpada. Mesmo assim, recomenda-se a utilização destas lâmpadas em luminárias fechadas com vidro frontal. Não há necessidade de um filtro de UV adicional.

Que tipo de equipamento auxiliar é necessário para operação com as lâmpadas HQI®?

Resposta:  É necessária a utilização de um reator de modo a proporcionar a corrente ideal de funcionamento, em conjunto com um ingnitor que possibilite a geração de picos de tensão de 3-5kVs.

As lâmpadas HQI podem operar em luminárias sem o vidro de proteção?

Resposta:  Sim, isto é possível . Mas somente com as versões HQI®-E 70-1000W e HQI®-T 250-3500W.

 

Lâmpadas Fluorescentes

As lâmpadas fluorescentes comuns podem ser ligadas diretamente à rede elétrica? Caso não, quais os equipamentos auxiliares necessários?

Resposta:  Não. Elas devem operar em conjunto com reatores que tem como função proporcionar as condições ideais de funcionamento das lâmpadas (corrente, tensão). No caso das fluorescentes comuns (T8, T10 e T12), elas são consideradas universais, ou seja, funcionam em reatores eletromagnéticos partida convencional com starter, partida rápida ou reatores eletrônicos.

O número de acendimentos em uma fluorescente reduz sua vida útil ? Preciso sair e retornarei daqui à 1 hora, será que vale a pena desligar a luz?

Resposta:  Sim. A vida útil indicada pelo fabricante (100%) é obtida realizando-se um ciclo de chaveamento, onde liga-se e desliga-se a lâmpada baseado na norma IEC : 165 minutos ON (ligada) 15 minutos OFF (desligada) No caso de um dia de 24h, observa-se que este ciclo pode se repetir 8 vezes. No caso da ausência temporária, recomenda-se que . sistema fluorescente não seja desligado caso este período seja inferior a 15 minutos.

Posso utilizar a lâmpada fluorescente numa câmara frigorífica ?

Resposta:  Neste tipo de ambiente, a temperatura fica entre -10 e 5oC. Neste tipo de aplicação, ocorrem probelmas com o nível de iluminação obtido. O fluxo luminoso emitido pela lâmpada neste tipo de aplicação cairá 80%, pois a lâmpada fluorescente comum proporciona a maior quantidade de luz à uma temperatura de 25oC.

Pelo fato da lâmpada fluorescente ser uma lâmpada fria, não há problemas de temperatura. Isto é verdade?

Resposta:  Comparado com as lâmpadas incandescentes e halógenas, as lâmpadas fluorescentes emitem muito menos calor. Muitas vezes são chamadas de lâmpadas frias devido à esta comparação térmica com as incandescentes e também relacionada à tonalidade da luz. Isto não significa que não emita calor. Uma parte da energia consumida pela lâmpada também é convertida em calor e para iluminação de objetos sensíveis deve-se tomar o devido cuidado no projeto térmico.

É possível de se dimmerizar as lâmpadas fluorescentes ?

Resposta:  Sim. Neste caso os "dimmers" para lâmpadas incandescentes e halógenas não são os indicados. Para este tipo de operação são necessários "dimmers" específicos e reatores eletrônicos "dimmerizáveis" que possuem uma entrada de controle específica para variar a luminosidade do sistema. Este tipo de entrada trabalho com uma interface de 1..10V.

A propósito, é vantagem deixar uma fluorescente acesa o tempo todo, ou quando sairmos do ambiente temos que apagá-la ?

Resposta:  Como vimos acima, a fluorescente, sendo uma lâmpada de descarga, tem sua vida média dimensionada para oito acendimentos diários e, a cada acendimento a mais, terá sua vida diminuída e, contrário senso, a cada acendimento a menos, aumentará sua vida útil proporcionalmente. Assim, recomenda-se que quando sairmos do ambiente por tempo superior a 15 minutos devemos apagar a luz e, quando não ultrapassar esse tempo, é mais econômico deixá-la ligada.

Quando compro uma lâmpada fluorescente, que tem vida média útil de 7.500 horas. Caso queime com 5.000 horas, posso pedir que seja trocada por uma nova, por ter durado menos que o indicado?

Resposta:  Neste caso não há o direito de troca, pois o conceito de vida média pressupõe que o produto durará em média 7.500 horas, podendo algumas lâmpadas queimar com 5.000 horas de uso e outras com 11.000 horas e ainda outras com 7.000 horas, ou seja, na média durará por volta de 7.500 horas.

Fluorescentes fazem mal a visão?

Resposta:  Até um tempo atrás, as fluorescentes utilizavam em seu funcionamento reatores eletromagnéticos, que como vimos no capítulo específico, trabalham em 60 ciclos – hertz, provocando o efeito estroboscópico(1) e de cintilação(2) da luz. Esses efeitos são realmente prejudiciais a visão, pois causam cansaço visual, pela intermitência da luz, que pode não ser visível aos nossos olhos, mas são captados por nosso cérebro, o que vem causar esse desconforto. Modernamente, funcionando com reatores eletrônicos de alta freqüência, na faixa de 35.000 ciclos, esse efeito é eliminado. Desta forma, afirma-se que lâmpadas fluorescentes, quando operam com reator eletrônico, não fazem mal à visão. (1) - não se percebe alguns movimentos pelo fato da lâmpada piscar na mesma freqüência do movimento de determinado objeto. (2) - variação do fluxo luminoso - stress visual.

O mercúrio das fluorescentes faz mal a saúde?

Resposta:  O mercúrio é um metal pesado e como tal prejudicial ao meio ambiente, porém no caso da saúde, há muitos aspectos a considerar e também muitas lendas sobre o assunto. Durante o racionamento de energia no ano de 2001, apareceram muitos entendidos em lâmpadas que, em horário nobre, diziam alguns absurdos com autoridade. Certa feita, disse um “professor” que uma pessoa quebrando uma lâmpada fluorescente tubular numa bancada, na altura de sua barriga, o mercúrio penetraria em seu organismo, causando-lhe malefícios. A verdade é que em primeiro lugar o mercúrio, sendo um metal pesado muito denso, não consegue penetrar no organismo pela pele, mas sim por uma única forma que é pelas vias aéreas e, claro, na forma de vapor. Acontece, que o mercúrio só se vaporiza em temperaturas altas e, mesmo assim, sendo pesado, tem a tendência de cair. Tecnicamente, afirma-se que para uma pessoa ser contaminada minimamente por mercúrio, na situação citada, ou seja, quebrando lâmpadas numa bancada – o que na prática nem acontece, teria que ficar anos e anos fazendo apenas esse trabalho com altas temperaturas no local. No caso de contaminação do meio ambiente, há a preocupação, tanto que hoje existem empresas recicladoras de lâmpadas de descarga, que vivem em função desse trabalho. Recolhem as lâmpadas, reciclam os materiais, especialmente o mercúrio, que vendem novamente para os fabricantes. Esse processo de reciclagem cria novos empregos pela formação de novas empresas. Essas empresas são controladas, licenciadas e fiscalizadas pelo Ibama.

 

Lâmpadas Fluorescentes Compactas (PL ou Eletrônica)

As lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas (com reator incorporado) podem ser dimmerizadas ?

Resposta:  Isto não é permitido e também não é possível. A lâmpada eletrônica atua sempre em uma faixa de tensão fornecendo praticamente a mesma quantidade de luz. No caso da operação fora desta faixa, a lâmpada pode apagar. Em casos extremos caso haja uma pequena flutuação da tensão e supondo que a lâmpada esteja operando no limite de sua tensão mínima, podem ocorrer freqüentes acendimentos e apagamentos da lâmpada, provocando a queima da mesma.

O acendimento frequente das lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas DULUX® reduz sua vida útil ?

Resposta:  Sim, como todas as lâmpadas de descarga, incluindo-se as fluorescentes tubulares, vapor de mercúrio, vapor de sódio etc o número de acendimentos influencia a sua vida útil. Para as fluorescentes, é definido em normas técnicas o seguinte ciclo de acendimento para determinação da sua vida útil: 2 horas e 45 minutos ligada e 15 minutos desligada. Este ciclo se repete 24 horas por dia, e daí obtêm-se a vida útil destas lâmpadas. Se esta condição de acendimento for modificada fica muito difícil determinar precisamente a vida útil a ser alcançada pelas lâmpadas. Do lado prático, o que podemos dizer é que se você for se ausentar do ambiente mais do que 15 minutos, vale a pena desligar estas lâmpadas. Por estes motivos, não recomendamos a sua utilização em sistemas de minuterias, pois o número de acendimentos poderá ultrapassar 200 por dia, e ainda assim, a lâmpada ficará tão pouco tempo acesa que a economia de energia não será tão grande, não tendo assim uma relação custo/benefício viável quando comparada com a incandescente. O mesmo pode-se dizer dos detectores de presença, instalados principalmente em garagens dos condomínios.

Estas lâmpadas consomem muita energia durante o acendimento, sendo assim não vale a pena apagá-la?

Resposta:  ERRADO. A lâmpada irá consumir um pouco mais do que ela consome apenas naqueles segundos iniciais de acendimento, e que mesmo assim é bem menor que as incandescentes.

Pode se ligar lâmpadas fluorescentes compactas na tensão de 220V em 127V e vice-e-versa ?

Resposta:  Ligando-se uma fluorescente compacta de 127V em 220V a lâmpada irá queimar imediatamente. Usando uma fluorescente compacta de 220V na tensão de 127V, a lâmpada irá acender, porém não funcionará adequadamente, ou seja, a quantidade de luz será menor, a vida estará comprometida etc. Da mesma forma que ocorre com as incandescentes, existe uma fluorescente compacta adequada para cada tensão, e isto deve ser obedecido.

Vale a pena trocar lâmpadas fluorescentes tubulares por fluorescentes compactas ?

Resposta:  Não, pois as fluorescentes tubulares possuem praticamente a mesma eficiência das lâmpadas compactas. É muito comum a utilização de lâmpadas fluorescentes tubulares de 20W ou 40W nas cozinhas das residências e garagens de condomínios. Nestas situações a troca por uma fluorescente compacta não vale a pena, pois este tipo de lâmpada também economiza energia, quando comparamos com as incandescentes

Por que as lâmpadas fluorescentes compactas, quando acesas, demoram um pouco para atingir a quantidade de luz total?

Resposta:  Como ocorrem com todos os tipos de fluorescentes, elas necessitam de algumas dezenas de segundos para atingir a temperatura ideal de funcionamento, somente a partir daí e que estarão emitindo 100% da luz.

 

Lâmpadas Halógenas

Quais as vantagens da utilização das lâmpadas halógenas em relação às lâmpadas comuns?

Resposta:  Compactação, não ocorre escurecimento do bulbo, maior durabilidade e maior eficiência.

Como se comporta a lâmpada halógena quando "dimmerizada"?

Resposta:  Uma variação de 5% da tensão da lâmpada quando "dimmerizada" provoca as seguintes variações: - Reduz a vida útil pela metade no caso de sobre-tensão, no caso contrário, dobra a vida útil. - 15 % de variação no fluxo luminoso - 8 % de variação na performance - % de variação na corrente consumida - 2 % de variação na temperatura de cor

As lâmpadas halógenas podem ser ligadas em série?

Resposta:  Não é recomendado. A corrente elétrica que circula pela lâmpada não é determinada por uma única lâmpada, mas pela resistência total das lâmpadas conectadas. Neste caso, as lâmpadas trabalham com uma sobrecarga, reduzindo sua eficiência e conseqüentemente sua vida útil!

Por que não é recomendado que toquemos o bulbo da lâmpada halógena com as mãos?

Resposta:  Estas lâmpadas possuem gases halógenos internamente e devido ao seu princípio de funcionamento, acabam atingindo altas temperaturas. Neste caso, são fabricadas com um bulbo à base de quartzo que resiste à estas temperaturas, o que no caso do vidro, não seria possível. O quartzo possui ranhuras e sofre pequenas dilatações durante o funcionamento da lâmpada. Se tocarmos a lâmpada com as mãos, ao se retirar da embalagem por exemplo, a gordura presente em nossas mãos pode se depositar nestas ranhuras. Assim que a lâmpada é colocada em operação, o bulbo da lâmpada pode vir a trincar, pois não irá dilatar adequadamente devido aos obstáculos presentes nas ranhuras. Neste caso, pode ocorrer a evaporação dos gases halógenos e conseqüentemente a queima precoce do filamento.

As lâmpadas que trabalham em baixa tensão com transformadores, como as halógenas bipinos, dicróicas, halospot AR 111, funcionam somente com transformadores individuais?

Resposta:  Podemos ligar várias lâmpadas em um único transformador, desde que o transformador tenha uma potência maior que a soma das potências individuais das lâmpadas instaladas. Por exemplo, um transformador de 500W pode ser utilizado em 10 lâmpadas de 50W ou em 25 lâmpadas de 20W.

 

Lâmpadas Incandescentes

Qual a indicação para uso de lâmpadas incandescentes?

Resposta:  Essas lâmpadas são indicadas para a iluminação geral, predominantemente no uso residencial. . Podem ser "dimmerizadas". . Temperatura de cor 2700K. . Índice de reprodução de cor de 100%. . Posição de funcionamento: qualquer. . Utilizadas em lustres, arandelas, "plafonniers", abajures etc.

O fato de acender ou apagar uma incandescente com freqüência reduz a vida útil da lâmpada?

Resposta:  As lâmpadas incandescentes são utilizadas em sinalização de tráfego, onde são acionadas frequentemente. Diferentemente do que ocorre com as lâmpadas fluorescentes, a vida útil das incandescentes não depende do número de acionamentos, mas sim do período em que ela permanece acesa. A energia aplicada à lâmpada, deteriora o filamento provocando o rompimento do mesmo.

É possível ligar a lâmpada incandescente em corrente contínua ( tensão DC )?

Resposta:  Sim, é possível. Porém a operação em corrente contínua provoca uma maior deterioração no filamento da lâmpada, reduzindo sua vida útil.

Por que as lâmpadas incandescentes / halógenas queimam com maior frequência durante o acendimento?

Resposta:  A vida útil das lâmpadas incandescentes ou halógenas depende da energia consumida que pode provocar a queima da lâmpada. No caso da deterioração do filamento, este pode se tornar extremamente fino, provocando então uma alta resistência à passagem de corrente elétrica. Neste caso, quando a lâmpada é acesa, uma quantidade grande de energia è aplicada nesta parte do filamento que se encontrava frio, provocando então seu rompimento.

Como funciona uma lâmpada incandescente?

Resposta:  Uma das mais antigas fontes de luz, a lâmpada incandescente representa a fonte de luz artificial mais difundida no mundo. Elas são constituídas de um filamento de tungstênio alojado no interior de um bulbo de vidro preenchido com gás inerte. Quando da passagem da corrente elétrica pelo filamento, os elétrons se chocam com os átomos de tungstênio, liberando uma energia que se transforma em luz e calor. Com temperatura de cor agradável, na faixa de 2700K "amarelada", e reprodução de cor de 100%, os diversos tipos de lâmpadas comuns, decorativas ou refletoras têm atualmente sua aplicação predominantemente residencial.

 

Termos técnicos

Ângulo de radiação

Resposta:  O ângulo de radiação é um ângulo sólido produzido por um refletor que direciona a luz.

Ciclo Regenerativo do Halogênio

Resposta:  Como as lâmpadas incandescentes, as lâmpadas de halogênio possuem um filamento que emite luz com a passagem da corrente elétrica. Partes do filamento, que são os átomos de tungstênio, evaporam durante o processo. Em lâmpadas incandescentes convencionais, os átomos de tungstênio depositam-se na superfície interna do bulbo, o que significa que o bulbo deverá ser suficientemente grande para evitar o seu rápido escurecimento. Já as lâmpadas de halogênio, são preenchidas com gases inertes e halogênio que capturam os átomos de tungstênio e os transportam de volta para o filamento. Este fenômeno, chamado de ciclo do halogênio, se repete durante todo o funcionamento da lâmpada. Com isto, o tamanho da lâmpada pode ser reduzido significativamente, e ainda, com luz mais brilhante e durabilidade maior.

Coeficiente de reflexão

Resposta:  É a relação entre o fluxo luminoso refletido e o fluxo luminoso incidente em uma superfície. Eles variam de acordo com as características de reflectância dos materiais. Esses coeficientes são geralmente dados em tabelas, cujos valores sofrem influências das cores e dos materiais utilizados.

Curva de Distribuição Luminosa

Resposta:  É a representação da Intensidade Luminosa em todos os ângulos em que ela é direcionada num plano. Esta curva indica se a lâmpada ou luminária, tem uma distribuição de luz concentrada, difusa, simétrica, assimétrica etc.

Eficiência da Luminária

Resposta:  Eficiência da Luminária é um importante critério de economia de energia e decisivo para os cálculos luminotécnicos. É a relação entre o fluxo luminoso emitido por uma luminária, medido sob condições práticas especificadas, e a soma dos fluxos luminosos individuais das lâmpadas operando fora das luminárias em condições também específicas.

Eficiência do Recinto

Resposta:  São valores apresentados em tabelas, onde estão relacionados valores de Coeficiente de Reflexão do teto, parede e piso, com a Curva de Distribuição Luminosa da Luminária utilizada e o índice do recinto.

Eficiência Energética

Resposta:  Eficiência Energética é a relação entre o fluxo luminoso e a potência consumida, portanto por um watt consumido. Uma lâmpada incandescente standard clara produz de 10 a 15 lm/w, uma fluorescente compacta DULUX®, de 50 a 80 lm/w, e uma vapor de sódio NAV®, de 80 a 140 lm/w.

Espectro de Radiação Visível

Resposta:  É uma faixa de radiação eletromagnética, com comprimento de onda entre 380 a 780 nm (nanômetros), ou seja, da cor ultravioleta à vermelha, passando pelo azul, verde, amarelo e roxo. As cores azul, vermelho e verde, quando somadas em quantias iguais, definem o aspecto da luz branca. Espectros contínuos ou descontínuos resultam em fonte de luz com presença de comprimentos de ondas de cores distintas. Cada fonte de luz tem, portanto, um aspecto de radiação próprio que lhe confere características e qualidades específicas.

Fator de Depreciação

Resposta:  Todo o sistema de iluminação tem, após sua instalação, uma depreciação no nível de iluminância ao longo do tempo. Esta é decorrente da depreciação do fluxo luminoso da lâmpada e do acúmulo de poeira sobre lâmpadas e luminárias. Para compensar parte desta depreciação, estabelece-se um fator de depreciação que é utilizado no cálculo do números de luminárias. Este fator evita que o nível de iluminância atinja valores abaixo do mínimo recomendado.

Fator de Utilização

Resposta:  É o fator que indica a eficiência luminosa do conjunto lâmpada, luminária e recinto

Fluxo Luminoso (lm)

Resposta:  O fluxo luminoso é a quantidade de luz emitida por uma fonte de luz medida em lúmens, na tensão nominal de funcionamento.

Iluminância (E)

Resposta:  Expressa em lux (lx), indica o fluxo luminoso de uma fonte de luz que incide sobre uma superfície situada a uma certa distância desta fonte. É a relação entre intensidade luminosa e o quadrado da distância (l/d2 ). Na prática, é a quantidade de luz dentro de um ambiente, que pode ser medida com o auxílio de um luxímetro. Para obter conforto visual, considerando a atividade que se realiza, são necessários certos níveis de iluminância médios. Os mesmos são recomendados por normas técnicas (ABNT - NBR 5413).

Índice de Reprodução de Cor

Resposta:  Refere-se à correspondência entre a cor real de um objeto ou superfície e sua aparência diante de uma fonte de luz. A luz artificial, como regra, deve permitir ao olho humano perceber as cores corretamente ou o mais próximo possível da luz natural. Lâmpadas com IRC igual a 100 apresentam as cores com total fidelidade e precisão. Quanto mais baixo o índice, mais deficiente é a reprodução das cores. Os índices variam conforme a natureza da luz e são indicados de acordo com o uso de cada ambiente

Intensidade Luminosa

Resposta:  Expressa em candelas, é a intensidade do fluxo luminoso de uma fonte de luz projetada em uma determinada direção. Uma candela é a intensidade luminosa de uma fonte pontual que emite o fluxo luminoso de um lúmen em um ângulo sólido de um esferoradiano.

Lâmpadas Mistas

Resposta:  Como o próprio nome diz, são lâmpadas compostas de um filamento e um tubo de descarga. Funcionam em tensão de rede 220V, sem uso de reator. São, via de regra, alternativas de maior eficiência para substituição de lâmpadas incandescentes de altas potências.

Lâmpada de Vapor de Mercúrio em Alta Pressão

Resposta:  Lâmpadas de descargas com aparência branca azulada, eficiência de até 55 lm/w, apresentadas em potências de 80 a 1000W. Normalmente utilizadas na iluminação de vias públicas e áreas industriais.

Lâmpada de Multivapores Metálicos

Resposta:  São lâmpadas que combinam iodetos metálicos, apresentando altíssima eficiência energética e excelente reprodução de cor. Sua luz, extremamente branca e brilhante, realça e valoriza espaços e ilumina com intensidade, alem de apresentar longa durabilidade e baixa carga térmica. Alta Potência: Para a iluminação de grandes áreas, com níveis de iluminância elevados e, principalmente, em locais onde alta qualidade de luz é primordial, as lâmpadas de multivapores metálicos de 250 a 3500W são ideais. Apresentam durabilidade variada, com índice de reprodução e cor de até 90, eficiência energética de até 100 lm/w, temperatura de cor de 4000 a 6000K, em versões elipsoidais, tubulares e compactas. São indicadas para iluminação de estádios de futebol, ginásios poliesportivos, piscinas cobertas, indústrias, supermercados, salas de exposição, salões, saguões de teatros e hotéis, fachadas, praças, monumentos, aeroportos, locais onde ocorrem filmagens e televisionamentos externos, a exemplo dos sambódromos. Baixa Potência: Baseando-se nas características das lâmpadas de multivapores metálicos de alta potência, foram desenvolvidas as de baixa potência de 70 a 400W, em versões compactas. Elas são apresentadas nos formatos tubular com base bilateral, bipino, elipsoidal e refletora. Todas, sem exceção, apresentam pequenas dimensões, alta eficiência, ótima reprodução de cor, vida útil longa e baixa carga térmica. Cada uma, dentro de sua característica, é recomendada tanto para uso interno como externo, na iluminação geral ou localizada. Ideais para shopping centers, lojas, vitrinas, hotéis, stands, museus, galerias, jardins, fachadas e monumentos.

Lâmpada de Vapor de Sódio em Alta Pressão

Resposta:  Altíssima eficiência energética de até 130 lm/W, longa durabilidade e, consequentemente, longos intervalos para reposição, são sem dúvida a garantia da mais econômica fonte de luz. Em versões tubulares e elipsoidais, estas lâmpadas se diferem pela emissão de luz branca e dourada indicada para iluminação de locais onde a reprodução de cor não é um fator importante. Amplamente utilizadas na iluminação externa, avenidas, auto-estrada, viadutos, complexos viários etc., têm seu uso ampliado para áreas industriais, siderúrgicas e ainda para locais específicos como aeroportos, estaleiros, portos, ferrovias, pátios e estacionamentos.

Lâmpada de Descarga em Alta Pressão

Resposta:  As modernas lâmpadas de descarga em alta pressão têm um princípio de funcionamento completamente diferente das incandescentes. Uma descarga elétrica entre os eletrodos leva os componentes internos do turbo de descarga a produzirem luz. Esta família de lâmpadas funciona através do uso de reatores e, em alguns casos, só partem com o auxílio de ignitores. Os reatores são equipamentos auxiliares necessários para manter a estabilização da descarga elétrica. Os ignitores proporcionam picos de tensão da ordem de 5000 V., necessários para o acendimento das mesmas. Dependendo do tipo, necessitam de 2 a 15 minutos para a estabilização total do fluxo luminoso após a partida. Consiste de uma grande família, diversificada no que diz respeito às características de luz, economia, potência e durabilidade, o que garante de forma abrangente o uso em locais internos, externos ou situações especiais.

Lâmpadas Fluorescentes

Resposta:  As lâmpadas fluorescentes contêm em seu interior vapor de mercúrio e gases inertes. Com a passagem da corrente elétrica, os elétrons chocam-se com os átomos de mercúrio. Com o choque, a energia é transferida para os elétrons de mercúrio, que irão passar para uma órbita superior em torno do átomo. Quando estes elétrons regressam à sua órbita original, eles omitem energia na forma de radiação ultravioleta. A radiação ultravioleta é convertida em luz visível pela camada fluorescente que reveste a superfície interna do bulbo.

Lâmpadas Fluorescentes Compactas

Resposta:  Como prova do processo de inovação, existe hoje um a opção de substituição direta ou indireta para cada lâmpada convencional disponível (muitas vezes obsoleta, dependendo do tipo de aplicação), que garante ganhos e vantagens adicionais. Neste contexto, surgiram as lâmpadas fluorescentes compactas. Foram incorporadas nestes produtos todas as características e tecnologia das lâmpadas fluorescentes tubulares, consideradas de nova geração, porém, na forma reduzida. Hoje, é uma linha de lâmpadas com design moderno, extremamente compacto e com diversidade capaz de atender as mais diferentes necessidades de aplicação, seja comercial, institucional, ou residencial. Quando comparadas às incandescentes comuns, apresentam as seguintes vantagens, consumo de energia 80% menor, resultando daí uma drástica redução na conta de luz; . durabilidade dez vezes maior, implicando em uma enorme redução nos custos de manutenção e reposição de lâmpadas; . design moderno, leve e compacto; . aquecem menos o ambiente, representando uma forte redução na carga térmica das grandes instalações, proporcionando conforto e sobrecarregando menos os sistemas de ar condicionado; . excelente reprodução de cores, com índice de 85, o que garante seu uso em locais onde fidelidade e valorização dos espaços e produtos é fundamental; . tonalidade de cor adequada para cada ambiente, obtida graças a tecnologia do pó trifósforo, com opções de: 2700 K, com aparência de cor semelhante às incandescentes e, portanto, indicadas para ambientes onde se deseja atmosfera aconchegante e tranqüila, como residências, hotéis, restaurantes refinados etc. 4000 K, com aparência de cor mais branca, indicada para ambientes ativos onde se pretende estimular a produtividade ou o consumo, como em restaurantes do tipo "fast food", lojas, shopping centers, escritórios, clubes, academia de ginástica, escolas, hospitais etc.

Lâmpadas Fluorescentes Tubulares

Resposta:  Estas lâmpadas são a clássica forma para uma iluminação econômica. A alta eficiência e a longa durabilidade garantem suas aplicações nas mais diversas áreas comerciais e industriais. As lâmpadas fluorescentes emitem luz pela passagem da corrente elétrica através de uma gás. Esta descarga emite quase que totalmente radiação ultravioleta (invisível ao olho humano) que, por sua vez, será convertida em luz pelo pó fluorescente que reveste a superfície interna do bulbo. É da composição deste pó fluorescente que resultam as mais diferentes alternativas de cor de luz adequadas a cada tipo de aplicação. É ele que determina a qualidade e a quantidade de luz, além da eficiência na produção de cor. A OSRAM possui hoje duas versões de lâmpadas: . Fluorescente Comum - que apresenta eficiência energética de até 70 lm/w, temperatura de cor variando entre 4100 K e 6100 K e índice de reprodução de cor de 48 a 78. . Fluorescente Trifósforo - LUMILUX® , com eficiência energética de até 100 lm/w, temperatura de cor variando entre 4000 K e 6000 K e índice de reprodução de cor de 85. A grande revolução da fluorescente ao longo dos anos tem ficado por conta da redução do diâmetro. Quanto menor, maior é a possibilidade do desenvolvimento ótico dos refletores, permitindo melhor eficiência das luminárias. As versões tradicionais de lâmpadas são produzidas em T12 (38mm) ou T10 (33mm), e as versões mais modernas, em T8 (26mm). O passo mais recente para otimização global dos sistemas fluorescentes é a total miniaturização obtida com a versão FH® T5 que, além do diâmetro de 16mm, teve uma redução de 50mm no comprimento total. Compactação, aumento na eficiência energética (104 lm/w), design mais leve e criativo, somado ao fato de terem sido desenhadas para operações diretas em reatores eletrônicos, são fatores que nos conduzem ao futuro.

Lâmpadas Halógenas

Resposta:  As lâmpadas halógenas são também consideradas incandescentes. Têm o mesmo princípio de funcionamento, porém foram incrementadas com a introdução dos gases halógenos que, dentro do bulbo, se combinam com as partículas de tungstênio desprendidas do filamento. Esta combinação, somada à corrente térmica dentro da lâmpada, faz com que as partículas se depositem de volta no filamento, criando assim o ciclo regenerativo do halôgenio. O resultado é uma lâmpada com vantagens adicionais, quando comparada às incandescente: . luz mais branca, brilhante e uniforme durante toda vida; . alta eficiência energética, ou seja, mais luz com potência menor ou igual; . vida útil mais longa, variando entre 2000 e 4000 horas; . dimensões menores. Em tensão de rede 127/220V – HALOLINE®, HALOPAR® ; Em baixa tensão: HALOSTAR®, HALOSPOT® , DECOSTAR®

Lâmpadas Incandescentes

Resposta:  As lâmpadas incandescentes são radiadores térmicos. Consistem de um filamento de tungstênio alojado no interior de um bulbo de vidro, que é preenchido com gás inerte, uma mistura de um gás inerte com nitrogênio, ou vácuo. A corrente elétrica que passa pelo filamento aquece-o fazendo atingir temperaturas de até 3000°C. Quando da passagem da corrente pelo filamento, os elétrons se chocam com os átomos de tungstênio e esta energia é transformada, em forma de luz e calor.

Luminância

Resposta:  Medida em cd/m2, é a intensidade luminosa produzida ou refletida por uma superfície existente.

Luz

Resposta:  Luz é uma radiação eletromagnética capaz de produzir sensação visual. Em outras palavras, é a parte do espectro que podemos ver. Trata-se de uma radiação com comprimento de onda entre 380 e 780 nm (nanômetros ), sendo uma parte do conhecido espectro de radiação eletromagnética.

Ofuscamento

Resposta:  Ofuscamento causa desconforto entre observadores e pode prejudicar a performance visual. Ele pode originar-se diretamente de lâmpadas ou luminárias, ou indiretamente através de superfícies reflexivas. O ofuscamento depende da luminária, do tamanho da fonte de luz, do posicionamento dos mesmos em relação ao observador, do brilho do campo visual e do brilho da superfície de fundo. Esforços especiais devem ser feitos no sentido de evitar ofuscamento reflexivo nas telas de computadores e terminais de vídeo.

Potência Consumida

Resposta:  É a energia elétrica consumida por uma fonte luminosa medida em watts (W). Para fontes que funcionam com auxílio de equipamentos (transformadores e reatores), deve-se considerar a potência consumida pelos mesmos, somada à potência das lâmpadas.

Temperatura de Cor

Resposta:  Temperatura de Cor é a grandeza que expressa a aparência de cor da luz, sendo sua unidade o Kelvin (K). Quanto mais alta a temperatura de cor , mais branca é a cor da luz. A luz quente é que tem aparência de cor amarelada e a temperatura de cor baixa: (menor que 3000 K). A luz fria, ao contrário, tem aparência azul - violeta, com temperatura de cor elevada: (6000 K ou mais). A luz branca natural é aquela emitida pelo sol em céu aberto ao meio dia, cuja temperatura de cor é 5800 K.

Vida Custo / Benefício

Resposta:  É o número de horas atingido quando houve determinada depreciação do fluxo luminoso inicial do lote ensaiado, decorrente da depreciação do fluxo luminoso de cada lâmpada e de suas respectivas queimas.

Vida de uma Lâmpada

Resposta:  O conceito de vida de uma lâmpada é dado em horas é definido por critérios pré estabelecidos, considerando sempre um grande lote testado sob condições controladas e de acordo com as normas pertinentes.